Acusada, conhecida como “Japa”, já tinha passagens pela polícia e operava ponto de venda de entorpecentes; drogas e materiais ilícitos foram apreendidos.
Banco do Brasil, Itaú, Bradesco, Santander, Banco do Nordeste e Banco da Amazônia deverão regularizar atendimento e pagar indenização de R$ 1,5 milhão cada.